terça-feira, 26 de maio de 2015



Algo de estranho se está a passar na Ilha da Berlenga. Ouvindo aqueles que lá trabalharam durante anos e anos a fio e falando por conhecimento pessoal adquirido durante 11 anos consecutivos a transportar turistas à Berlenga, além dos outros 53 anos anteriores em visitas e estadias (a minha primeira foto na Ilha é de 1950), jamais assisti a uma delapidação tão grande como a que se está (ou esteve) a passar na Ilha da Berlenga. Se a memória não me atraiçoa, aquando da classificação da Berlenga como Reserva Biogenética do Concelho da Europa, Jean Dorst dizia que; só a população de rato-preto (Rattus rattus) por si, já justificava essa Classificação. Por concordar, em absoluto, com esta petição, peço-te que leias e analises, para em consciência decidires se deves ou não assinar esta petição.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

PROMESSAS SÃO PARA CUMPRIR.

Não foi há tanto tempo assim, mas foi-me prometido, pela única pessoa com o poder para o fazer, que logo após a conclusão das obras do novo módulo da Associação de Empresas Marítimo-Turísticas, o Memorial às Atadeiras seria recolocado, para que ele continuasse a ter o mesmo impacto visual e a mesma dignidade que tinha quando foi inaugurado. Como nada foi feito até ao momento, a poucos dias do início do Verão, com o Cabo Avelar e as demais empresas marítimo-turísticas, a trabalharem para os turistas nacionais e estrangeiros que nos visitam, o Memorial às Atadeiras de Peniche lá continua “entaipado”, desvirtuando completamente o prometido aquando da imposta localização pela Docapesca. Acho que a reclamação deveria ter partido dos actuais órgãos autárquicos em funções, porque aquele Memorial, foi pensado e pago pela então Junta de Freguesia de São Pedro, e na sua inauguração (2013-06-12) estiveram presentes todos os órgãos autárquicos, com o respeito inerente àquela classe trabalhadora vital para a indústria da pesca em Peniche. O respeito não é devido apenas na inauguração; deve-o ser para todo o sempre. Só assim, aquela classe de mulheres e homens, poderá continuar a ser respeitada. Aprecie-se, pelas fotos apresentadas, o estado de abandono a que aquele local foi votado. Aqueles (bancos) blocos estão ali há 4 meses. Lamentável. Quem não se sente…. Eu sinto-me.







domingo, 24 de maio de 2015

NINHOS DE GAIVOTA.

É público e notório que não há mesmo vontade de controlar esta ave. A determinada altura, nem que fosse “para Inglês ver, fazia-se uma espécie de controlo dos ovos, mas os resultados não terão sido os esperados e aí resolveu-se nada mais fazer, aqui na Cidade. O certo é que, por este andar, ainda vamos ter à porta um qualquer ninho de gaivota e ai de quem se atrever a destrui-lo.

A HISTÓRIA COMEÇA AQUI



E TERMINA AQUI (mais ou menos).





UM DIA PELA VIDA - FESTA DE ENCERRAMENTO.

Decorreu ontem, Sábado dia 23, a Festa de Encerramento de UM DIA PELA VIDA, um projecto da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Ao fim destes quatro meses em ambiente de festa, vários grupos do Concelho de Peniche predispuseram-se a colaborar com a Liga Portuguesa Contra o Cancro, organizando em ambiente festivo, caminhadas, corridas, zumba, canoagem, música, animação variada, jogos tradicionais, concertos, fados, almoços e jantares, cafés concerto, colóquios, bailes, palestras, encontro de grupos corais, caminhada luminosa, enfim um mar de eventos que muito dignificou as gentes de Peniche e do seu Concelho. Esta angariação de fundos terminou ontem, no Jardim Municipal, com uma inusitada afluência de pessoas o que diz bem da qualidade e da diversidade das propostas que, estes incansáveis grupos colocaram à disposição de todos aqueles que ali se dirigiram. Esta é a prova provada de que, quando queremos, conseguimos e quando nos juntamos para trabalhar para o nosso semelhante, somos imparáveis. Hoje, se dúvidas houvesse, isso mesmo ficou demonstrado. Bem-hajam.______________________________________________


































sábado, 23 de maio de 2015

ESCAPADINHA TRÁS-OS-MONTES. GASTRONOMIA.

É a loucura. A gastronomia transmontana é mesmo para levar a sério. Seria difícil falar de todos os sítios onde comemos, mas há dois que não podemos deixar passar em claro. O primeiro, O ARTUR, foi o nosso primeiro contacto com a verdadeira gastronomia desta região. Foi a primeira vez que comemos uma Posta à Mirandesa “à séria”. Este restaurante, situado em Carviçais, é um verdadeiro lugar de “culto gastronómico”. Estão de parabéns, pela comida, pela simpatia e pela localização. Em Gimonde, tivemos o privilégio de comer no D. ROBERTO, e só não comemos a posta, porque já o tínhamos feito em Carviçais, mas a julgar pelo que vimos não será diferente. Fica para a próxima. No entanto o cabrito, o Javali, a costeleta, o Caldo de Cascas (1º prémio) e o queijo, um festival de sabores transmontanos servidos pela sua proprietária, Dª Maria da Glória, como se fossemos da sua família, não há palavras para descrever. Só indo lá, comer e sentir o ambiente, para poder julgar.