segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Ida ao Teatro.

A Associação dos Acólitos de Peniche, numa das suas imensas actividades, organizou uma ida a Lisboa para vermos «REVISTA À PORTUGUESA» de Filipe La Féria. Esta revista, que assinala os 100 anos de existência do Teatro Politeama, está cheia de (excelente) crítica política e social, humor bem português, bela música, belíssimos quadros, e populares intérpretes: João Baião, Marina Mota, Maria Vieira e tantos outros magníficos actores portugueses.  p.s. Antes do espectáculo ainda houve tempo para um curto passeio até à Igreja de S. Domingos (Rossio) onde decorria um Concerto de Reis, com o Coro Santo Inácio e Capela Gregoriana Laus Deo.
 



















 

domingo, 5 de janeiro de 2014

Uma benção.

Hoje sentimo-nos mais do que uns avós babados. Hoje sentimos que a educação que os pais da minha neta estão a praticar, é uma educação baseada na Família. Para ela, poderá ser o primeiro caminhar de uma vida de paz, de amor, de ajuda ao próximo, de partilha e de família. Sabemos o quanto ela gosta de ajudar os outros, de participar, de colaborar e de ajudar. Assim, nós avós, podemos dar-nos por felizes, pela graça de ela estar a aprender o dom da vida, em comunhão com os outros.
 



 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Será que vai piorar?












Escapadinha ao PORTO (7)

Terminámos a visita ao Porto, subindo à Torre dos Clérigos, e daí observámos toda a Cidade, sem obstáculos, esquecidos os mais de 240/250 degraus (perdi-me na contagem). A maioria desses degraus são bem estreitos, onde não nos conseguimos cruzar com os outros. Valeu a pena. No topo, uma vista de 360º, desde a Foz do Douro, o Cais de Gaia, o Mosteiro da Serra do Pilar, a Sé do Porto, algumas das suas pontes, o Palácio de Cristal, a Câmara Municipal do Porto, etc.
 
















 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Escapadinha ao PORTO (6)


Nesta visita ao Porto não poderíamos deixar de visitar dois dos locais mais míticos desta maravilhosa Cidade. São eles, a Livraria Lello, e o Café Majestic. A Livraria Lello dos finais do século XIX, e o Café Majestic do início do século XX, ainda mantêm nos nossos dias aquele ar intelectual e artístico da “Bélle Époque”.