Tinha optado
por não voltar a este assunto, mas após ter assistido ao que hoje assisti,
pergunto-me a mim mesmo, como foi possível terem roubado e vandalizado o
Memorial sem ninguém ter visto ou ouvido qualquer ruído. Dois homens com pés de
cabra, com martelos e outras ferramentas, viram-se e desejaram-se para retirar
o que ainda foi possível salvar. De notar que as peças deste memorial, foram
cravadas no cimento com várias buchas químicas (cada peça). Não foram “garotos”
os autores do roubo e do vandalismo. Foi gente crescida, conhecedores da
movimentação daquela casa, gente capaz de tudo para atingir os seus objectivos.
Dinheiro fácil. Espero que, se forem caçados, não apareça por aí uma qualquer
organização de protecção ao gatuno e ao vândalo e a certos sucateiros.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
Assaltado e vandalizado o Memorial a Monsenhor Bastos.
O
Memorial a Monsenhor Bastos foi roubado e vandalizado. Ontem dia 11, entre as
22:30 e as 23:00, roubaram algumas peças do Memorial. Não satisfeitos com o
produto do roubo, voltaram esta noite e vandalizaram o restante. Digo
vandalizaram, porque não levaram as peças que tiraram do Memorial durante esta
noite. Deixaram-nas arrumadas a um canto do Lar de Santa Maria, porque apareceu
alguém ou por uma outra qualquer razão. A P.S.P. local já tomou conta da
ocorrência e aguardamos com Fé que as peças roubadas apareçam.
O Memorial no dia da inauguração
sábado, 11 de janeiro de 2014
Ribatejo. Suas gentes, seus costumes e sua gastronomia.
Aqui bem perto, desta vez com água, mas não muita. O Ribatejo como
sempre lindo. As gentes, a comida, o rio, a lezíria, os avieiros (originalmente
oriundos de Vieira de Leiria), e tanta coisa boa. Para quem não aprecia andar de
carro, nesta altura sugiro o avião. E não vão ser os primeiros. Há lugar para
pousar, para comer bem e para outras aventuras. Eu fiquei-me pela Sopa da
Pedra. E que pedra. Se vierem, não deixem de visitar o Lesirão e a Aldeia da
Palhota. Locais dos avieiros, que pelos vistos estão de volta ao Tejo e com as
suas bateiras, e as suas redes, lá vão apanhando o sável, a fataça e a lampreia,
para delícia dos ainda apreciadores.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Ainda os estragos do temporal.
Se pensavam que os estragos na Marina se resumiam ao
afundamento de algumas embarcações e destruição parcial da marina de recreio, imaginem
que força foi necessária, para arrancar pelo menos três “pés de galo”, com aproximadamente 13.000 Kg cada, e
arremessá-los para o outro lado do molhe, caindo uns na “praia” interior e
outro quase no final do Molhe Oeste. Já para não falar do habitual candeeiro e
o globo doutro. O IPTM já colocou nas escadas mais próximas da Marina, uma
pequena embarcação em vai-e-vem para utilização dos proprietários das
embarcações de recreio.
Problemas sanitários.
No mínimo é estranho. Estando nós em pleno século XXI, tendo
havido nestas últimas décadas um maior cuidado relativo à saúde, ao ambiente e
aos problemas sanitários, ainda continuam a haver gravíssimos problemas no que
aos esgotos públicos diz respeito. São os esgotos que continuam e pelos vistos
vão continuar a “desaguar” no “espelho d’água”, ou seja, no Portinho do Meio,
após o erário público lá ter dispendido qualquer coisa como 5 milhões de euros.
Temos a área do Santuário de Nª Sª dos Remédios onde diariamente coabitam mais
de 2.000 pessoas e onde todas as habitações e a Universidade descarregam os seus
esgotos para uma FOSSA, a qual frequentemente “rebenta pelas costuras” alagando
e dando um certo perfume ao local. Ainda mais estranho parece ser, pelo facto
de, a 500 metros estar localizada uma ETAR, que por “acaso” até foi construída
no local turístico mais visitado em Peniche. São estes “pequenos” problemas que
me assustam. A sensação que fica é que por aqui, é “tudo ao molho e fé em
Deus”.
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