quarta-feira, 5 de novembro de 2014

MOBILIDADE - CENTRO DE SAÚDE DE PENICHE

Esta “”Porta de Entrada”” no Centro de Saúde de Peniche é a mais utilizada pelos utentes do SNS que têm no piso inferior o seu atendimento. Além dos utentes com problemas motores, pais com crianças em cadeiras de bebés e outros em cadeira de rodas não terem, ainda, um acesso condigno e fácil àquele piso, também os demais utentes encontram piso de tal modo degradado que, mesmo depois de algumas quedas, ninguém se dignou a fazer esse pequeno arranjo. Vá-se lá saber porquê.
 




 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

ELECTRIZANTE 1

    Na continuação ainda foi possível esta imagem à hora do jantar.




ELECTRIZANTE.

Talvez o adjectivo mais apropriado para aquilo que esta tarde se assistiu em Peniche. Foram vários os raios caídos nesta Região e em particular no mar. Hoje tive a noção exacta da dificuldade em capturar um “”bicho”” destes, mas foi electrizante.



 

ESTE SINAL DAVA MUITO JEITO

Em especial aos que não são de cá. Assisti por várias vezes, tanto estrangeiros como nacionais a “darem a volta” por não saberem da existência desta bonita e segura passagem da Ribeira Velha para o Clube Naval e Portinho do Meio. Vi alguns surfistas a utilizá-la para irem a pé para o surf, porque tiveram a sorte de alguém da Marina lhes indicar ser o melhor caminho e mais seguro. Enfim, fica a sugestão mesmo não sabendo da validade deste sinal. Se não for este, será outro.
 






 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

DE NOVO A SINALIZAÇÃO EM PENICHE

Já é preciso ter azar. Quando eu pensava que, em sinalização rodoviária, nada mais iria encontrar nesta Cidade eis senão quando, na Rua Ruth Gonçalves, encontro duas pracetas sem sinalização de que as mesmas não têm saída e na última curva aparece-me um sinal de rua sem saída. E não é que era mentira. Foi por ela que eu saí! ! ! Já agora e para terminar esta saga, talvez não fosse despropositado retirar o sinal de sentido obrigatório no início da Rua Dr. Francisco Seia, uma vez que é proibido descer essa rua devido ao sentido rotativo do trânsito junto à Igreja de S. Pedro. Pode fazer falta noutro local.
 







 

domingo, 2 de novembro de 2014

ECLUSA, QUE UM DIA SERÁ.

No mínimo é estranho e já começa a “cheirar a esturro”, porque o pior que se pode fazer a uma população é pura e simplesmente deixá-la na ignorância. Todos sabemos de cor este número; 6.000.000 de Euros. A quantia gasta, na Requalificação do Fosso das Muralhas e a obra nem acabada está, nem entregue está, nem sequer uma palavra ou um comunicado, na comunicação social escrita ou falada. Absolutamente nada, como se a população de Peniche não fosse parte interessada neste assunto. Só ficarão calados aqueles que pensam que tudo isto é normal neste País e, se assim for, então só vos resta calar. EU NÂO.
 





 
 
 

sábado, 1 de novembro de 2014

CONSTRUÇÃO NAVAL EM PENICHE 2

No seguimento do texto anterior falo-vos hoje dos Estaleiros António Malheiros em Peniche de Cima. Foram muitas as embarcações de pesca e não só construídas neste estaleiro, situado logo à entrada de Peniche e em frente à Fábrica de Conservas Júdice Fialho. Estas fotos que agradeço à sua filha Romana, além de importantes para a memória colectiva de uma Cidade e de uma Região, são importantes também para a história da pesca e das actividades com ela relacionadas, durante centenas de anos. Hoje, perante estas e outras fotos anteriores, é-nos difícil aceitar o que se está, há largos anos, a passar com as actividades relacionadas com o mar. Um dos primeiros golpes de misericórdia na vida desta Maravilhosa Vila, agora cidade, começou no dia em que toda a actividade piscatória foi retirada da Ribeira Velha, esquecendo-se de por ali deixar alguma dessa actividade e que chamava muito turismo àquele local. Se há alguma coisa que Peniche tem em abundância é MAR e por isso mesmo continuo a não entender a insistência em apenas se propagandear uma determinada actividade em desprimor de outras. Não é assim que podemos ter uma Região competitiva e estarmos à altura das outras Vilas e Cidades costeiras na Região Centro. Fomos largamente ultrapassados. Não falo de incúria ou desleixo mas simplesmente do desconhecimento da “Arte Turística de Bem Vender o Produto”.