segunda-feira, 6 de abril de 2015

ESCAPADINHA PEDROGÃO PEQUENO

A Ponte Filipina, magnífica construção do século XVII, na época em que o nosso destino era regido por reis espanhóis, foi mandada construir pelo Rei Felipe II. Fica nas margens do Rio Zêzere, bem perto da Barragem do Cabril e foi utilizada até 1954 ligando as duas margens. Escolhemos como ponto de partida o Moinho das Freiras, onde já não se vê o Moinho por estar submerso, atravessando o Túnel do Moinho das Freiras pelo trilho da Levada. São imagens surpreendentes pelas enormes escarpas graníticas e pela vegetação riquíssima em sobreiros.

















sábado, 4 de abril de 2015

SÓ HÁ UM ADJECTIVO.

Para evitar que, os paroquianos e os nossos visitantes aguardem pelo Pároco da Igreja, alguém deu uma ajuda e “foi obrigada” a usar este método. Foi necessário recorrer a este artefacto nesta altura da Quaresma para ninguém estacionar naquele lugar, tal como noutros, assinalados em Peniche, que são para as pessoas ou entidades que o sinal descreve e não para todos. Não é sistema, mas à falta de outro, este funcionou. O outro é bem mais perigoso e não há meio de terminar.



PAIXÃO E MORTE DE CRISTO

Decorreu Sexta-feira Santa na Igreja de S. Pedro, a Paixão e Morte de Cristo e à noite a Encenação “Cristo da condenação à morte” seguida da Procissão do Enterro.




























quinta-feira, 2 de abril de 2015

TRÍDUO PASCAL.

Na Paróquia de Peniche o Tríduo Pascal começou hoje, às 19h, com a celebração da Eucaristia. Nesta celebração repetiu-se o gesto de lava-pés, o qual exprime o sentido da vida e da paixão de Cristo. Amanhã, 6ª feira santa, pelas 15h, na Igreja de S. Pedro, Paixão e Morte de Cristo, e às 21h Encenação “Cristo, da condenação à morte” seguida da Procissão do Enterro. No Sábado Santo, Vigília Pascal a partir das 22h na Igreja de S. Pedro. Assim, a nossa será uma feliz Páscoa (palavras do Papa Francisco).















quarta-feira, 1 de abril de 2015

PENICHE A ENVELHECER A OLHOS VISTOS.

É público e notório que o nosso País, a recuperar de uma grave crise, ainda não consegue ser aquele País que, desde o 25 de Abril, todas as forças políticas nos prometeram. A esperança não morre e os Portugueses já mostraram a sua intenção de não se deixarem vencer, embora eu ache (opinião pessoal) que ainda somos demasiado tolerantes. COM TODOS. Mas para mim o mais importante, além do País, é a minha Terra. Encontrei uns amigos que já não via há muito embora vivamos todos em Peniche. Todos eles com filhos e filhas da idade dos meus e muito naturalmente perguntei por eles. Tal como acontecia em relação a eles (pais) então os filhos há muitos anos que não os via. Um disse-me que o mais velho, Engº Informático estava para a Covilhã e o mais novo era Jurista no Porto. Outro também com dois filhos, ambos professores estavam no Porto. O outro, a filha era Engª Ambiental e estava lá para Trás-os-Montes e o filho era Professor Universitário e estava a leccionar na Universidade do Minho. Deste encontro à visita feita ao sítio do Censos2011, foi um passo. Foi aí que percebi a real situação da minha Terra. Que diabo se passou ou passa com a minha Terra? Se existem (e eu creio que sim) outras localidades em “igual estado” não me conforta. Confortava-me saber que algo já esta a ser feito para incentivar os jovens a permanecerem em Peniche. Portanto, olhando para os dados à disposição, direi que na população compreendida entre os 15 e os 64 anos, embora com um decréscimo nos últimos vinte anos, os números são os menos maus. Agora nos de idade compreendida dos 0 aos 14, em 1960, 1981, 2001 e 2011 são os seguintes pela mesma ordem; 6.664 – 6.613 – 4.331 e 4.119. Depois a partir dos 65 anos é francamente preocupante; 1.441 – 2.604 – 4.555 e em 2011 atingiu o número inacreditável de 5.702 pessoas. Ora se não há nascimentos e os idosos são cada vez mais, expliquem-me por favor qual o futuro para as novas gerações? Há uma que de certeza que vai ter muita procura: Geriatria.