A uma semana da data prevista para Peniche “mostrar-se ao
Mundo” como uma Cidade florida, resolvi dar umas voltas pela Cidade e pelo
Concelho para aquilatar qual teria sido a receptividade das populações. Nada
que eu não estivesse à espera. Felizmente ainda houve alguns, poucos, locais
onde as pessoas se preocuparam em dar um novo imagem da nossa terra, que, até
para este simples gesto de florir, foi necessário trazerem-nos, do exterior, a
ideia. Nós não eramos assim. Que saudades do tempo em que o Jardim Municipal
dava cartas, não só na Região Oeste, como em relação a outras Vilas do País.
Claro que foi no tempo da Vila de Peniche que contava com o amor à jardinagem
do Sr. Custódio e posteriormente do Sr. José Maria Vicente. Era um regalo
permanente os espaços ajardinados. Tirando as flores colocadas à pressa em
floreiras que não eram mexidas há meses, sem preocupação de combinar flores e
cores, restam-nos os sempre bonitos arranjos da entrada para a Capitania do
Porto de Peniche e a rotunda adjacente frente ao edifício da Câmara. O resto é
folclore. Como Cidade é o que vemos. Ervas mais ervas em tudo o que é rua. Eu
próprio, tal como em anos anteriores, tive que “pegar na enxada” e ir à luta
contra as ervas daninhas, porque flores, nem vê-las. Até dá “raiva” irmos a
Óbidos, a Caldas da Rainha e até à Lourinhã para vermos como as flores estão
sempre presentes e as ruas, na sua maioria, limpas e com contentores apropriados
para recolha de lixo. É o custo da nossa “insularidade”.
sexta-feira, 22 de abril de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
UMA QUESTÃO DE AMOR E RESPEITO.
Passados 35 anos de uma bem-sucedida “operação de charme”
junto da Marinha Portuguesa e aproveitando o grande amor que o Alm. Andrade e
Silva tinha a esta Terra, o Presidente da Câmara de Peniche à época, Luís de
Almeida, conseguiu que a embarcação salva-vidas “Peniche”, depois de 50 anos a
cumprir exemplarmente com as funções que lhe foram destinadas, regressasse a
Peniche após a sua recuperação, para uma nova missão. Essa missão era, apenas e
tão só, reavivar memórias de feitos heróicos entre 1931 e 1963, para deleite
nosso e de quem nos visitava. Nesse sentido, o Presidente da Câmara da Vila de
Peniche colocou o “Peniche” no lugar mais central da Vila, Praça Jacob
Rodrigues Pereira, na altura das Festas de Nª Sª da Boa Viagem, para que todos,
Penicheiros e visitantes, pudessem recordar e apreciar. Passados anos, já
Cidade, foi colocado na Fortaleza, no espaço quase em frente à Capela e mais
tarde, para nosso desgosto, colocado fora da vista e bem embrulhado num local
recôndito e assim permanece até aos dias de hoje. Quando no passado dia 11 de
Março, o Senhor Vice-almirante Silva Ribeiro, numa visita de cortesia a
Peniche, se apercebeu desta inqualificável situação, fiquei feliz por perceber
pela sua expressão ao ver o Salva-vidas, de que algo iria mudar. Mantenho essa
esperança, mas receio muito que os “habituais travões” empurrem para as
calendas gregas, não permitindo que, no mais breve espaço de tempo, possamos
voltar a ter a possibilidade de, num sítio mais condigno com o seu historial,
voltar a ver, apreciar e a dignificar o Salva-vidas “Peniche”.
sábado, 16 de abril de 2016
A QUEM CABERÁ A RESPONSABILIDADE?
Algumas
pessoas, moradoras em Geraldes, estão indignadas com os problemas de trânsito
na Rua de Santa Luzia, a qual liga a EN247 à Rua Frei João da Santíssima
Trindade, causados pelo perigoso estacionamento de duas máquinas, desde 5ªfeira
e que andam a alcatroar essa via. No curto período de tempo que ali estive, deu
para perceber que, só por milagre, o acidente ainda não aconteceu. Gostava de
saber onde está a obrigatória sinalização. Tenho a certeza que as autoridades
policiais desconhecem em absoluto este caso.
SÓ POR PURA IGNORÂNCIA.
A senhora Joana Amaral Dias, docente universitária! escreve
hoje no Jornal Correio da Manhã, o texto que segue junto e do qual dou
conhecimento à Senhora Presidente da Assembleia Municipal e ao Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Peniche. Nós, população, já ficamos
indignados de cada vez que gente menor dá títulos aos seus textos sem fazer a
mais pequena ideia do que está a escrever. Querer comparar o que escreve com a
frase “Amigos de Peniche” é um atestado de ignorância. Não acredito que o seu
Pai, que muito admiro há longos anos, não a tenha educado e tudo ter feito para
a educar, de modo a não dizer e a escrever tamanhos disparates. Em política não
vale tudo. Espero sinceramente que a parte política desta Cidade tome a/as
medidas que julgar convenientes se entenderem ser caso disso. Nós cá estaremos
para ajuizar.
DEPOIS DO TEMPORAL.
Sabe tão bem estar perto do mar, em particular, quando estamos
saturados de tanto vento e tanta chuva. Num interregno, olhar o mar a partir da
nossa maravilhosa costa, é um bálsamo para os olhos e para a mente.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
POR FAVOR NÃO COMPLIQUEM.
Os sinais devem ser colocados de forma garantir as boas
condições de legibilidade das mensagens neles contidas e a acautelar a normal
circulação e segurança dos utentes das vias. Este sinal, em particular,
recentemente colocado na Rua Joaquim António de Aguiar, cruzamento com a Rua da Saudade, é o sinal C1 e indica
proibição de transitar no sentido para o qual o sinal está orientado. AFINAL
PARA ONDE É QUE NÃO PODEMOS TRANSITAR?
terça-feira, 12 de abril de 2016
CARRINHOS DE ROLAMENTOS NAZARÉ.
Paulo Cunha e Rui Monteiro. Muito obrigado pela vossa ida à Nazaré representar Peniche, divertirem-se e divertir-nos. Eu ouvi os comentários por isso enchi o peito de orgulho por também ser Penicheiro.
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