segunda-feira, 25 de maio de 2020

RECORDAR PÁSCOA DE 1979.

Era o sonho de minha mãe. Conhecer Roma e o Vaticano. Fui durante anos fazer férias e doenças dos meus colegas da Varig em Roma e numa dada altura, estava eu em Roma já há vários dias de serviço, telefonei para o meu chefe Elpídio Moeller e perguntei-lhe se havia possibilidade de ele conseguir bilhetes para a Nela, filhos e mãe? Resposta na hora, digam-me a data. Dois dias depois chegou a família e consegui que todos eles estivessem nas cerimónias e aquando da volta ao recinto a menos de 2 metros do Papa João Paulo II, hoje São João Paulo II. Foi sem dúvida a Páscoa mais feliz para ela e também para nós. Deus a guarde na sua infinita misericórdia.






RECORDAR É VIVER 12

A pedido de alguns amigos que, por terem perdido as fotos, gostariam de revê-las. Aqui vão elas e as boas recordações dessa ida a Cabo Verde.

Longe vai Março de 1992 mas muito perto do meu coração estão os magníficos e únicos momentos que estes amigos me proporcionaram na nossa visita a Cabo Verde. Amizades para a vida, umas que vêm de nascença, outras ganhas após o meu regresso definitivo a Peniche mas todas elas de uma maneira ou de outra ligadas pelo grande amor a Peniche e ao mar. Para os presentes o meu renovado muito obrigado e para os que já partiram a minha eterna saudade. Das muitas maneiras que existem de recordar amigos esta é aquela através da qual melhor me sei expressar. 












sexta-feira, 22 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER 11.


Recordar os bons momentos vividos na Ilha da Berlenga décadas a fio e sobretudo recordar Grandes AMIGOS. Faltam muitos mas hei-de encontrar muitas outras fotos para partilhar com todos. Graças a Deus fui um felizardo por ter amigos como estes. Nos bons e nos maus momentos. 

As fotos são de 1986.



quinta-feira, 21 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER 10.


OBJECTIVO ALCANÇADO.
Faz hoje precisamente um ano que conseguimos cumprir com o objectivo de fazer a caminhada desde a Lagoa Comprida ao Covão dos Conchos. Objectivo alcançado. Conhecer Portugal de lés a lés. Reconheço que algumas das metas não eram de cumprimento fácil mas a pouco e pouco lá fomos cumprindo. Esta, que cumprimos há 1 ano, era a maior e a mais difícil de todas. No total foram mais de dez quilómetros pela serra acima e serra abaixo e deliciarmo-nos com a verdadeira natureza impoluta. À chegada agradecemos a Deus ter-nos dado as forças necessárias para cumprir este objectivo. Finalizámos em Foz de Égua.







quarta-feira, 20 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER 9 DIA DA MARINHA 2018.


2018 DIA DA MARINHA EM PENICHE.
Inserido nas comemorações do Dia da Marinha decorreu na Igreja de São Pedro o Concerto de Gala pela Banda da Armada superiormente dirigida pelo Maestro Délio Gonçalves. Este Concerto com um programa diversificado contou com o Solista em Violoncelo o Primeiro-marinheiro músico Joaquim Morais e a Soprano Solista (convidada) Ana Cosme, membro do coro do Teatro Nacional de S. Carlos que finalizou cantando “Canção de Peniche” de Maria de Lurdes Resende. No último dia houve lugar ao sempre esperado Desfile Militar.
















NOVO MOBILIÁRIO URBANO.


Como há muito que não saio para caminhar fiquei surpreendido com o novo Mobiliário Urbano. Pelos vistos veio para ficar.





terça-feira, 19 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER 8.


RETÁBULO FLAMENGO SÉCULO XV.
Hoje, recordo um dos capítulos do livro “ Peniche pelos caminhos do passado “ de Fernando Engenheiro. Tem a ver com a nossa cultura, com a nossa história e com essa incomensurável riqueza do nosso património. Trata-se do Retábulo que deu origem à Capela de Nossa Senhora do Abalo, ali bem perto do extinto Convento do Bom Jesus de Peniche na Marginal Norte junto às arribas. Este Retábulo não é mais do que a narração da Paixão do Filho de Deus e todas essas peças foram encontradas dentro de um caixote proveniente de um naufrágio junto àquele local. Este Retábulo flamengo do século XV, da Escola de Bruxelas, considerado como exemplar único em Portugal. Não é lenda. Toda a história está documentalmente provada. Estas imagens, após o naufrágio ocorrido junto à Berlenga, deram à costa junta à lindíssima Gruta dos Frades. Os vestígios da Capela do Abalo e outros vestígios arqueológicos estão praticamente irreconhecíveis ou mesmo desaparecidos porque os responsáveis camarários permitiram durante décadas que os carros se apoderassem dos locais junto às arribas, uma situação caricata e fotograficamente reconhecida no painel informativo ali colocado.