quinta-feira, 15 de outubro de 2020

MUSEU DA FARMÁCIA PORTUGUESA

 Nasci, cresci e convivi durante largos anos no meio do pronto-a-vestir do meu pai e da Farmácia do meu tio pelo que esta oportunidade de visitar o Museu da Farmácia Portuguesa localizado junto ao Jardim do Alto de Santa Catarina não poderia ser desperdiçada. É um espaço com 24 anos de existência onde a história da Farmácia é magnificamente mostrada num espaço acolhedor onde podemos sentir a evolução histórica e tecnológica desde o século XV até ao século XX. Um local a ser visitado tal como o Jardim frontal onde está o “Adamastor” e onde a vista sobre Lisboa é uma preciosidade.




























terça-feira, 13 de outubro de 2020

ESCAPADINHA EM LISBOA.

 

Aproveitamos o tempo livre, entre a entrada e saída da Escola de Dança da nossa neta Sofia para revermos tempos passados. A primeira visita foi ao Oceanário porque desde a sua inauguração não mais lá tínhamos voltado. Continua a ser uma verdadeira fonte de conhecimento da vida marinha sendo que foram os tubarões-touro, as Mantas-diabo, Pinguins-de-Magalhães, o Peixe-lua e as Lontras-marinhas as espécies que mais me impressionaram. O Espaço está bem delineado atendendo a situação actual e a segurança sempre presente. A segunda visita foi ao local, “Restaurante Panorâmico Montes Claros”, onde conheci a Marianela no final do ano de 1960 na festa de finalistas do Colégio Valsassina superiormente organizada pelo nosso colega Júlio Isidro. Quem mais senão ele poderia “inventar” uma Festa como aquela. De entre as convidadas foi a Marianela que me tocou com aquele olhar “marafado” e me levou a apaixonar-me por ela até aos dias de hoje. Ao Júlio Isidro e aos eternamente Amigos Rui Lino e Quim Quintino que infelizmente já partiram e ao Zé Domingos Paulino o meu eterno agradecimento.

P.s. Como foi possível que todos os autarcas de Lisboa tenham deixado chegar a este grau de destruição o mais famoso e deslumbrante edifício ligado à restauração e ao turismo?  












































quinta-feira, 1 de outubro de 2020

ENTÃO E NÓS?

 Será que os mais desprotegidos vão continuar a ser prejudicados devido a esta pandemia? Segundo as notícias mais recentes e baseadas nas informações da revista científica da Ordem dos Médicos só entre Março e Abril morreram 785 por Covid e morreram entre 2600 a 4000 mais pessoas não-Covid do que era expectável. Porquê? Porque dá a sensação de que para o poder político não existe vida para além do Covid. Os doentes com outras doenças como o cancro ou coração e os doentes com cirurgias marcadas e canceladas atingem números inacreditáveis e dificilmente recuperáveis. Eu próprio com uma consulta de urologia marcada em Setembro de 2019 foi aceite para Março 2020 e duas vezes cancelada apenas aconteceu a 26 de Agosto. Estive 11 meses à espera de ser consultado. Razoável? São, portanto, os doentes mais vulneráveis — mais idosos e com mais doenças — que são mais atingidos e, neste estudo, 4 ou 5 vezes mais do que os que têm Covid-19.