Foi uma escapadinha maravilhosa. Aveiro, a nossa “Veneza
Portuguesa”, continua uma Cidade linda e acolhedora. Após as grandes obras de
requalificação, ficou ainda mais agradável visitar esta Cidade. Uma região
virada ao mar, mantendo viva a tradição já secular das actividades económicas
do sal e do comércio marítimo, da indústria da cerâmica, e aproveitando todas
as potencialidades da sua Universidade. Aqui, tal como na generalidade das
Cidades ligadas ao mar, as empresas marítimo-turíscas, com os seus passeios
pelos canais e pela ria, permitem ao visitante conhecer melhor esta região. São
utilizados os moliceiros, agora noutra actividade, mas dignificando um serviço
essencial ao turismo.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
E o canil municipal?
A obrigatoriedade de instalação de canis / gatis municipais
em Portugal já estava prevista no DL nº 317/85, de 2 de Agosto, o qual previa a
captura de cães e gatos errantes, encontrados na via e locais públicos, como
medida de luta e vigilância epidemiológica contra a raiva animal. Esta
obrigatoriedade manteve-se em vigor até ao final do ano de 2001, altura em que,
com a publicação do DL 276/2001, em 17 de Outubro, se refere pela primeira vez
a centros de recolha, como sendo “qualquer alojamento oficial onde um
animal é hospedado por um período determinado pela autoridade competente,
nomeadamente os canis e gatis municipais.” Em Peniche, se não fosse a APAP-
Associação de Protecção aos Animais de Peniche, não sei o que seria. Esta
Associação, constituída em 1 de Novembro de 2001, vive exclusivamente da
cotização dos seus associados e de alguns donativos, todos eles vindo de
pessoas que querem ajudar, aqueles que se preocupam e ajudam os animais. Neste
momento e sem alaridos, já se iniciaram as obras de um canil, despretensioso
mas moderno e capaz de resolver os inúmeros problemas actualmente existentes.
Esta meritória acção, não invalida a necessidade da construção do canil
municipal, para assim se cumprir o que legalmente é exigido. Ficamos a aguardar
por esse dia.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Ovos-moles de Aveiro.
Uma das especialidades mais conhecidas de
Aveiro, Ovos-moles, é fabricada na Casa Maria da Apresentação, bem perto da Igreja
da Vera Cruz, onde os clientes (estavam lá estrangeiros) já conhecedores vão
comprar esses doces tradicionais. Esta casa que existe desde 1882, é reconhecidamente
uma das que mantêm viva a tradição no fabrico artesanal de Ovos-moles. Quando
por ali passarem e se forem apreciadores, recomendo vivamente esta visita.
Museu Marítimo de Ílhavo.
O Museu Marítimo de Ílhavo, possui uma diversificada
colecção de instrumentos, que foram e muitos deles ainda o são, necessários à
pesca do “nosso” bacalhau. É um museu moderno, bem delineado, tornando-se
especialmente atractivo para os visitantes. Ficam algumas imagens do seu
interior.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
O perigo espreita.
Já me tinham dito que a antiga Central, era palco de
brincadeira de diversas crianças, mas nunca tinha visto. Hoje sim, vi e confirmei.
Eram umas 8 ou 10 crianças a “brincar” no interior desta obra e em posições
pouco recomendáveis para a sua vida. Infelizmente não era portador da minha
máquina, mas o telemóvel também serviu. Assim todos ficamos a saber, cabendo a
quem de direito actuar, caso o entendam fazer.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Mar ardente e o verbo amar.
Contar-te
longamente as perigosas
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Dia Mundial da Música.
É verdade. Sem querer dei comigo a fazer uma arrumação no
computador e, esquecido numa pasta de fotos, lá estava uma das canções de
Freddy Mercury que eu mais adoro, cantada por ele e pela Montserrat Caballeté,
dois Monstros da música. Recordo essa actuação como se tivesse sido hoje e, como
hoje é o dia mundial da música (agradeço a dois blog’s amigos, esquecia-me),
acho que faz todo o sentido partilhar convosco esta maravilha.
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